Todo apoio às greves! Unificar as lutas para derrotar os governos e os patrões!

Ao contrário do que diz o governo, a crise econômica e política se aprofunda. A forte greve dos caminhoneiros em todo o país demonstra que a realidade da maioria da população só piorou. O custo de vida está cada vez mais alto e a renda da população pobre e trabalhadora cada vez mais baixa.

A reforma trabalhista e a liberação total da terceirização, ao contrário da propaganda mentirosa de Temer e dos patrões, aumentou a precarização do trabalho e também o desemprego. Hoje já são mais de 27 milhões de desempregad@s no país!

Os aumentos quase diários do preço dos combustíveis, parte do plano de privatização da Petrobrás, incidem sobre a inflação que arrocha cada vez mais os salários, que já são muito baixos.

As greves que estão ocorrendo são a resposta d@s trabalhador@s e setores populares empobrecidos pela crise aos ataques dos governos e patrões. Estamos vivendo uma conjuntura de crescimento das lutas.

Operári@s da Mercedez Benz, do ABC, seguem há 10 dias em greve em defesa dos salários e benefícios, e já obrigaram a empresa a recuar de 350 demissões. Há greves também de operári@s da construção civil de São Paulo. Os transportes pararam em Salvador. Trabalhador@s da educação privada de São Paulo fazem greve contra a terceirização de profissionais, parcelamento e diminuição de férias, etc. A educação, aliás, vem fazendo fortes mobilizações em vários estados, com greves nas redes estaduais de Minas Gerais e Pará e nas redes municipais de Belo Horizonte, Recife, Niterói, entre outras. Estudantes e trabalhador@s das universidades também se mobilizam na UNB, na Unicamp. Nesta semana estudantes de Serviço Social da PUC/SP ocuparam prédios da universidade reivindicando a inclusão da disciplina “Gênero, Raça e Etnia” na grade obrigatória e a contratação definitiva da professora substituta que leciona a disciplina, que é negra e tem contrato temporário com a instituição.

É preciso encher de solidariedade e unificar todas as lutas em curso. As centrais sindicais precisam imediatamente fazer um chamado unificado por um dia de paralisações, convocado nas bases dos sindicatos, que atenda as pautas das categorias, mas que tenha como horizonte um plano nacional unificado de lutas pela revogação das reformas anti operárias de Temer e em defesa dos salários, direitos e empregos.

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