Mulheres trabalhadoras contra Bolsonaro, precisamos ir além das redes sociais!

Depois de tantos ataques às mulheres, negr@s, povos originários e quilombolas, imigrantes, LGBTTQIs e movimentos sociais, cresce a indignação contra o principal candidato da burguesia nas pesquisas eleitorais. Esta indignação tem movimentado nas redes sociais, pelas últimas semanas, “milhões contra Bolsonaro”, sobretudo as mulheres, que se colocaram na vanguarda desta luta, levantando as bandeiras de #eleNÃO, #eleNUNCA!

O capitão Bolsonaro e seus generais reúnem o que há de mais reacionário na burguesia para manter a sua dominação sobre a classe trabalhadora: o machismo, o racismo, a xenofobia e a LGBTTQI+fobia, que justifica a superexploração dos setores oprimidos com os salários mais baixos e trabalhos mais precarizados, que asseguram os lucros de capitalistas como Bolsonaro e a sua classe social, inclusive os generais. Querem rebaixar ainda mais as nossas condições de trabalho, saúde, educação, transporte e moradia. Para isso, se apresentam nas eleições como “salvadores da pátria” da burguesia nacional e internacional.

O que mais nos assusta e indigna é que este setor militarista e fascista da burguesia tenha adept@s e seguidor@s no interior da classe trabalhadora. Por isso, nós, mulheres, negr@s e LGBTTQI+ da classe trabalhadora precisamos ir além das redes sociais.

Precisamos ser milhões nas ruas, conversar com o conjunto das mulheres e homens da classe trabalhadora e juventude, indigná-l@s com as manifestações e o ódio de classe burguesa do capitão e seus generais, que apoiaram as reformas de Temer e querem aprofundar os ataques sobre nossos direitos, inclusive, acabando com o pagamento do 13º sálario e férias. É preciso alertar a nossa classe sobre o que está por trás da campanha bolsonarista, que se utiliza da desilusão com os governos de conciliação de classes do PT de Lula e Dilma para alimentar a divisão entre nós trabalhador@s.


Precisamos organizar o conjunto da classe trabalhadora para lutar contra os novos e maiores ataques que pretende a burguesia sobre os nossos direitos!


O PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PCB e PCO, partidos que falam em nome da classe trabalhadora, precisam ir além da campanha eleitoral tradicional e unir forças para assumir a tarefa de derrotar Bolsonaro nas urnas e, sobretudo, nas lutas.

O dia 29/09 será um dia nacional e internacional de mobilizações das mulheres contra Bolsonaro. É fundamental que as trabalhadoras coloquem seus batalhões pesados nas ruas: centrais sindicais e populares, sindicatos e movimentos populares, movimentos organizados de mulheres, negr@s, povos originários, quilombolas, imigrantes e LGBTTQI+, para dirigir esta luta contra a burguesia militarista e fascista, e também contra a burguesia que se esconde atrás desta, nos explorando, oprimindo e atacando cada vez mais.


Nas ruas contra o capitão Bolsonaro e seus generais! Nas ruas contra @s candidat@s patronais!

Derrotar @s opressor@s!

Que todos os partidos da nossa classe se unam em torno da candidatura Haddad/Manuela D’Ávila,13, e exijam a formação de uma Frente da Classe Trabalhadora, sem patrões!

Por um governo da classe trabalhadora, sem patrões, que assegure emprego, salários dignos e respeito aos direitos dos setores oprimidos e do conjunto de nossa classe!

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