No dia 27 de fevereiro, o Congresso argentino aprovou defi nitivamente a Reforma Trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei, acabando com direitos históricos da classe trabalhadora argentina, um duro ataque aos salários e às condições de trabalho e de vida.
Entrevistamos a camarada Silvia Martin, professora aposentada, dirigente da Lista de Oposição Sindical Multicolor, do SUTEBA (Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Buenos Aires), e o companheiro Tano (nome fi ctício), operário e delegado de base de fábrica (ele não aparece em vídeo, apenas em àudio, por razões de segurança contra a perseguição dos patrões e do governo). Eles falam sobre os os principais pontos da reforma, a reação dos trabalhadores, o papel das direções sindicais e políticas da classe trabalhadora e as perspectivas e tarefas para continuar a luta.


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