Inquérito Policial foi aberto a pedido da deputada federal bolsonarista Carla Zambelli
Na próxima 2af, 11/11, os militantes do GOI/Palavra Operária Sandra Fortes e Yan Felipe comparecerão à Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Intolerância), no centro de São Paulo, para depor sobre as atividades e publicações do grupo em defesa do povo palestino. O Inquérito Policial, aberto pelo Ministério Público a pedido da deputada, é baseado na falsa acusação de “antissemitismo”, com a qual várias organizações e ativistas vêm sendo perseguidos e condenados no Brasil e no mundo.
A exemplo dos estudantes da USP, membros Comitê de Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino, ameaçados de expulsão da universidade,
e das ameaças aos estudantes da Universidade Federal do Ceará, assim como o Comitê Mineiro
de Solidariedade ao Povo Palestino, o Partido da Causa Operária (PCO) e Fábio Bosco (do PSTU e da Frente Palestina de São Paulo). O jornalista Breno Altman, do site Opera Mundi, acaba de ser condenado pela Justiça de São Paulo com base nessa falsa acusação.
Os apoiadores do Estado de Israel e do governo genocida de Netanyahu/Ben Gvir tentam desqualificar a justa luta contra o genocídio praticado pelo Estado de Israel na Faixa de Gaza, buscando iguala-la ao preconceito contra o povo judeu. Uma manobra infundada, que tem como objetivo falsificar nossas posições para criminalizar e calar as vozes em defesa de uma Palestina Livre, laica, democrática, não racista e socialista.
Precisamos da solidariedade de todas as organizações e ativistas que lutam em defesa do povo palestino e de todos os povos e setores oprimidos. É preciso urgentemente unificar a solidariedade a todos e todas que estão sofrendo perseguição política policial e judicial por defender o povo palestino.
Assine e compartilhe o Abaixo Assinado pelo Arquivamento do Inquérito Policial contra o GOI
[imagem: Manifestantes judeus protestam com cartazes onde se lê: “Judaísmo rejeita o Sionismo e o Estado de Israel”, Getty Images]


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