Manifesto da Pré-candidatura de Sandra Fortes a vereadora pelo PSOL

Sandra Fortes fala na Plenária do PSOL de abril.

QUE O PSOL ENCABECE UMA FRENTE DA CLASSE TRABALHADORA, SEM PATRÕES

Contra Aprígio, inimigo n°1 dos sem-teto

Aprígio, o especulador imobiliário, fica cada vez mais rico com suas torres de apartamentos caríssimos. Mas, o povo pobre segue pagando aluguel caro e esperando por anos na fila dos programas de moradia popular dos governos.

Contra Fernando Fernandes e Daniel Bogalho, candidatos de Bolsonaro

Fernando Fernandes perseguiu e humilhou muitas/os ativistas do funcionalismo municipal que fizerem greves, a exemplo do processo administrativo que abriu contra Sandra Fortes. Daniel Bogalho é afilhado político do ex-prefeito e são farinha do mesmo saco. Ambos são apoiados por Bolsonaro e Tarcísio, representantes da direita reacionária e fascista. 

Contra os burgueses e políticos corruptos que usam a Prefeitura, a Câmara e os Serviços Públicos como balcão de negócios para ficarem mais ricos

Entra governo e sai governo (Evilásio, Fernando, Aprígio etc.) e a situação do povo trabalhador fica cada vez pior. Os vereadores e vereadoras são meros paus mandados dos prefeitos. Estes políticos manipulam os Serviços Públicos (Saúde, Educação, Assistência Social, Moradia Popular etc.) para criar seus “currais eleitorais” e manter o povo dependendo de seus “favores” em troca de voto. Eles estão na Prefeitura e na Câmara para enriquecer e defender os grandes empresários.

Contra a Terceirização e Privatização dos Serviços Públicos! Prioridade Total para a Saúde, Moradia Popular, Educação, Assistência Social, Transporte, Cultura, Lazer e Esporte para a Juventude da Periferia

O Orçamento Municipal (os impostos pagos pelo povo) é “rateado” entre os políticos e grandes empresários. Através das concessões e da terceirização eles repassam o dinheiro público para empresas como a Viação Pirajuçara/Fervima, Albert Einstein, Planeta Educação, Star Nutri, Odin e outras, que lucram com a contratação precária de trabalhadoras e trabalhadores (principalmente jovens, pretas/os e mulheres) como PAPs, contratos temporários e jovens aprendizes com salários baixos e sem direitos. Por isso, apesar do empenho das funcionárias e funcionários públicos, os Serviços Públicos estão cada vez piores. Precisamos que os impostos sejam investidos totalmente na melhoria dos Serviços Públicos para o povo trabalhador.

Pela melhoria dos salários, direitos e condições de trabalho do Funcionalismo Municipal.

Aprígio se elegeu com os votos do Funcionalismo Municipal e é apoiado no governo por várias lideranças do funcionalismo. Mas, como nós alertamos, ele seguiu massacrando os salários, direitos e condições de trabalho. Acabou com o 14º salário e segue pagando salários base abaixo do mínimo nacional, com abonos  que não são incorporados ao salário, nem pagos nas férias e 13º. Aumentou a alíquota da previdência de 11 para 14%. E avançou com a terceirização das trabalhadoras da Merenda e Auxiliares de Classe.

Só a nossa luta (greves e manifestações) tem evitado que as condições fiquem ainda piores. Temos de seguir nossa luta direta nas greves e nas ruas e também lutar para eleger um Governo da Classe Trabalhadora, sem patrões. Este é o objetivo da pré-candidatura de Sandra Fortes a vereadora. 

POR UMA PREFEITURA DA CLASSE TRABALHADORA, SEM PATRÕES

Chega de alianças políticas e participação em governos patronais e corruptos

Defendemos que o PSOL se apresente nestas eleições (no 1º e 2º turnos) de forma independente da burguesia e dos partidos e políticos patronais que controlam o poder. Somos contra a política de Boulos e Lula de governar junto com a burguesia, porque isso impede que possamos avançar na solução dos problemas do povo trabalhador. 

A eleição de Lula contra Bolsonaro foi uma vitória de todo o povo trabalhador. Mas, Lula levou Alckmin para seu governo e vários políticos patronais. Toda vez que Lula defende os explorados e oprimidos, os patrões, o imperialismo e a mídia burguesa “caem de pau” nele. Como agora na questão da guerra de Israel contra o povo palestino, em que Lula disse a verdade: é um genocídio.

Lula também denunciou o genocídio do povo indígena no Brasil e assumiu o compromisso de defender os povos originários. Mas, o genocídio indígena no Brasil continua, porque os patrões do agronegócio, das mineradoras e madeireiras seguem avançando sobre as terras indígenas e seguem no poder porque Lula deu a eles cargos no governo.

Contrariando as expectativas da classe trabalhadora e da juventude, Lula não anulou a reforma trabalhista (Temer), nem a da previdência (Bolsonaro). E manteve a essência do Novo Ensino Médio que visa a doutrinar a juventude na ideologia liberal para servir de mão de obra barata.

Isso mostra que é impossível servir a dois senhores. Para Lula governar para o povo trabalhador tem que romper com a burguesia e o imperialismo. Tem que romper relações com o Estado racista de Israel. Tem que expulsar os ministros burgueses do seu governo e formar um governo com os movimentos sindical, popular camponês e da juventude e do povo oprimido. Tem que chamar a mobilização do povo nas ruas para enfrentar o Congresso Nacional patronal, bolsonarista e corrupto.

Por isso chamamos Boulos a romper com a política de “frente ampla” com a burguesia em São Paulo.

Que PT, PCdoB e Najara Costa rompam com Aprígio

Em Taboão da Serra defendemos a formação de uma Frente da Classe Trabalhadora sem patrões, que seja encabeçada pelo PSOL.

Chamamos o PT e o PCdoB a romper com o governo patronal de Aprígio e a se somar a esta frente classista. O adesismo destes partidos a Aprígio já levou à saída do partido de dirigentes históricos como Claudia Costa (Dinha) e Geru. O mesmo ocorre no PCdoB.

A ex-codeputada Najara Costa (nomeada presidente do PCdoB), na contramão deste movimento de aglutinação dos setores da luta sindical e popular numa frente classista, abandonou o barco da oposição para se integrar de mala e cuia no governo de Aprígio, inclusive barganhando cargos na administração, no melhor estilo da “velha política”, que dizia condenar.

Chamamos os eleitores e apoiadores de Najara, do PT e do PCdoB a exigirem deles que rompam suas alianças e negociatas com Aprígio e demais partidos burgueses e venham se somar à candidatura de Nil Félix/Dinha e à chapa de vereadoras e vereadores do PSOL, formada por ativistas dos movimentos de luta.

O GOI defende o fortalecimento desta Frente da Classe Trabalhadora, que seja apoiada pelos sindicatos, movimentos populares (MTST, MST etc.) e coletivos de luta da juventude e do povo oprimido, para lutarmos nas ruas e nas urnas por um Governo da Classe Trabalhadora, sem patrões.

Vamos resgatar o programa de governo de Stan nas eleições municipais de 2012 e 2016

Defendemos que o Programa de Governo do PSOL para governar Taboão da Serra tenha como base o Programa da Frente de Luta Socialista (PSOL-PSTU) defendido por Stan quando foi candidato a prefeito nas eleições de 2012 e 2016, que colocamos abaixo os principais pontos (leia o Programa na íntegra em nosso blog).

  • POR UM GOVERNO LIMPO E HONESTO!
  • POR UM GOVERNO APOIADO NA MOBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO POPULAR! CONSELHOS POPULARES DELIBERATIVOS!
  • FIM DA TERCEIRIZAÇÃO E DA PRIVATIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS! CONTRATAÇÃO DOS TERCEIRIZADOS DIRETO PELA PREFEITURA.
  • VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL E DEVOLUÇÃO DOS DIREITOS DO FUNCIONALISMO MUNICIPAL.
  • MORADIA POPULAR JÁ! POR UMA CAMPANHA ELEITORAL SEM FINANCIAMENTO DA BURGUESIA!

(Este panfleto é de exclusiva responsabilidade do GOI-PALAVRA OPERÁRIA)

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